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A AMD não esta somente fornecendo a comunidade Open-source as especificações das GPUs de suas ATIs, mas também está em paceiria com a Novell no desenvolvimento de um novo driver de video open-source. Estamos falando sobre o trabalho de todo o mês da AMD open-source, e hoje finalmente o novo driver esta disponível para donwload. Ainda é um trabalho em progresso e não está muito além do que o driver open-source Avivo R500. Contudo, este novo driver realmente suporta a familia Radeon HD 2000 (R600). Chamam este novo driver da X.Org RadeonHD e neste artigo temos alguma informação inicial para compartilhar e mais em artigos adicionais durante o decorrer do dia.

Não é surpresa, o driver RadeonHD está hospedado na FreeDesktop.org e você pode verificar a ultima versão do Codigo-Fonte usando o git. Em outro artigo que será publicado ainda hoje, iremos explicar como instalar o novo driver open-source no Ubuntu 7.10 Gutsy Gibbon — isto é para aqueles como vocês que não estam acostumados com o uso do git ou construir drivers apartir do codigo fonte. Se você não se sentir pronto, também pode querer ler a Explicação da Estrategia Open-Source da AMD.

O Driver RadeonHD está sendo amplamente escrito pela Novell/SuSE e eles tem escrito ele nas duas ultimas semanas usando a mesma documentação que foi disponibilizada abertamente para a Comunidade Open-Source na semana passada. Os desenvolvedores da Novell vão continuar contribuindo para o driver RadeonHD. As especificações disponiveis para a comunidade são de longe apenas um registro do guia de referencia para a RV630 e M56, mas a AMD vai liberar uma documentação adicional (inclusive para Funcionalidade 3D) uma vez que os documentos sejam sanitizado e arrumado pelo o departamento legal da AMD.

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Os programadores tiveram que passar por novas dificuldades para disponibilizar o suporte a última geração de iPods ao Linux.

Ainda não é simples usar o iPod no Linux, pois a Apple prefere que que seus usuários usem o iTunes para acessar os iPods e não oferece uma versão do programa para o Linux. Os novos iPods, ainda assim, não funcionam perfeitamente, de acordo com o blog ipodminusitunes. O Banco de Dados que o iPod usa para manter as faixas de musicas, videos, album de fotos e outros dados estavam criptografados em novos modelos, disse os programadores. Significa que programas Gerenciadores de Musicas do Linux como o Amarok e o Rhythmbox não funcionaram.

Durante o fim de semana, alguns programadores burlaram o código, e as instruções técnicas para o uso do novos iPods já estão disponíveis. Para passar por esse problema, envolve muitos passos técnicos, mesmo assim, alguns desses passos devem ser repetidos toda vez que uma nova musica for adicionada no iPod.

Graças a um trabalho inspirado de alguns Hérois, nós conseguimos fazer com que tudo voltasse a funcionar como antes, disse o Blog nesta segunda-feira, Vamos todos esperar que a Apple aprenda que lutar contra nós é uma luta sem razão. É um disperdicio do tempo deles pois a comunidade open-source passará pelo bloqueio em apenas um fim de semana.

A Apple não respondeu aos pedidos de pronunciamento sobre o assunto.

Fonte: cNet News.com

VMWorld – Canonical ainda não lançou outra versão do Ubuntu – está na hora de ter como alvo a onda do momento e amado Mercado de Virtualizaçao.

Nas proximas semanas, os ISV e OEMs irão ter acesso ao Ubuntu JeOS – pronuciasse Juice (suco em inglês). É o acrônimo de Just Enought Operanting System, desde que o pessoal do Ubuntu começou a remover uma serie de pacote de software que não eram necessário no uso da virtualizaçao. Como resultado, você conseguiu um SO (Sistema Operacional) de sevidor que tem o tamanho de 215 MB, mais 65 MB do VMware, quando comparado com as versões padrões do Ubuntu que tem de 320 MB a 686MB de tamanho, isso dependendo da versão que você escolher.

Para conseguir esse tamanho a Canonical removeu pacotes como o CUPS, MySQL, postfix, slapd, evms e o mutt.

Gerry Carr, gerente de marketing da Canonical, vê o Ubuntu JeOS como um SO hospedeiro ideal para os ISVs. Podendo juntar os programas deles à um SO a fim de rodar uma grande variedade de aplicações virtuais.

E somando a essa melhor performace do programa, os cliente vão se divertir com a possibilidade de rodar mais servidores virtuais por maquina devido a leveza do Ubuntu JeOS.

 

O Ubuntu Server é o programa que mais download foi feito no site da VMware Technology Network nos ultimos 12 meses, disse Carr, Ele é o SO que as pessoas estão usando para criar aplicações de virtualização.

Portanto, a VMware não nos escolheu como parceiro por acaso.

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BOSTON, Massachusetts – EUA, — a Fundação Software Livre (FSF) lançou no dia 16 de Maio de 2007 o sítio PlayOgg.org, com uma campanha para estimular o uso da patente – e o padrão sem licença Ogg Vorbis como um eticamente, legalmente e uma alternativa auditiva tecnicamente superior ao formato proprietário MP3.

Embora o formato MP3 tenha ficado muito popular, a qualquer momento um distribuidor que venda ou entregue a música codificada no formato MP3, serão responsáveis por pagar uma taxa aos proprietários das patentes do MP3. Essas patentes também geram problemas para os desenvolvedores que escrevem software trabalhar com o formato MP3. Ao contrário da especificação Ogg Vorbis, que está em domínio público, portanto qualquer pessoa pode usar o formato ou escrever um software que o use sem se preocupar em ter uma permissão de uso.

O diretor executivo da FSF Peter Brown disse, “Ogg é a sua aposta mais segura por ser livre do litígio de patente quando usa audio comprimido. Isto é especialmente verdade dado a recente ascensão de processos à base de patente. O que é o mais assustador é o campo minado que muitas vezes é usado para descrever as patentes de software, e o recente julgamento preliminar de $1.5B contra Microsoft. A Microsoft achou que ela tinha pago por uma licença não-exclusiva realizada para praticar as patentes do MP3. Este julgamento demonstra que não há um o modo de se proteger contra essas ameaças. A única solução viável agora é trocar para o Ogg Vorbis, e trabalhar na abolição das patentes de software.”

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Numa conferência quando dois techies foram para um bar ainda aberto, onde um que apoiava o software fonte aberta e um altamente contra. Eles entraram naquele bar e depois de beberem muito, o Senhor Contra comentou em voz alta, “desejo que o fonte aberta apenas suma! Ele causa mais preocupação do que ele merece.” São afirmações como essas que obviamente têm problema. Agora, sei que a maior parte de pessoas não entendem o papel do software fonte aberta no nosso mundo, ou somente quantos serviços que damos por certo desapareceriam sem ele. Se você for um membro partidário da comunidade, você provavelmente sabe do que estou falando.

Digamos que ao badalar dos sinos da meia-noite, todos os softwares fonte aberta magicamente desaparecessem. O que ainda continuaria funcionando amanhã?

Para começar, a Internet “desapareceria” para o usuário médio. A Maior parte de Servidores de Nome de Domínio (DNS) estão rodando sobre software fonte aberta como BIND, o que era www.whurley.com viraria endereço de IP do servidor apropriado. A maioria dos usuários de Internet básicos seria literalmente perdida na tradução. Naturalmente, o BIND não é o único software de fonte aberto de DNS. E nem todas as soluções DNS são fonte aberta.

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Um dos principais defensores do mundo do movimento de software open-source, Brian Behlendorf falou na Digital Freedon Expo na Universidade Western Cape nesta Quinta-feira, descrevendo as “Dez coisas que você pode não saber sobre o open-source”.

O Behlendorf foi um desenvolvedor chave do servidor de Web Apache, sobre o qual mais da metade dos sites web do mundo rodam.

Aqui estão as dez coisas que você pode não ter um bom conhecimento sobre o software open-source.

  1. O open-source antecede o software proprietário

    A visão comum é que o open-source é algum tipo de idéia nova radical, mas de fato, embora não expressamente chamada de open-source, o código fonte do primeiro software de computador esteve aberto à observação e modificações. Nos primeiros dias da computação, quando os computadores centrais eram entregues em caminhões, as companhias forneciam o software e de fato era esperados que fossem modificados. Este modelo foi à regra e foi só em 1976 quando Bill Gates postou a famosa carta no Clube Computacional Homebrew que exigia que as pessoas deixassem de compartilhar o seu Altair BASIC que a idéia do software proprietário começou a emergir. A Fundação Software Livre foi começada em 1985 em resposta ao que foi visto como a nova idéia do software que se conservava com código secreto.

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Ontem (19/04/2007) a Novell anunciou uma coleção de livros escolares para ensinar o open-source Linux e Conhecimentos básicos de programação a crianças de 13-16. Os livros estão disponíveis através do programa Parceiro de Treinamento Acadêmico da Novell.

A coleção de livros é intitulado “Get Ready for Open Source: SUSE Linux Enterprise Desktop 10″ (Prepare-se para o Open-Source: SUSE Linux Enterprise Desktop 10), que é escrito pelos Serviços de Treinamento da Novell.

Ele apresenta os estudantes ao software open-source, fornecendo uma explicação clara e franca do trabalho com Linux e aplicações de fontes abertas comumente usadas como o OpenOffice.org e Evolution, bem como scripts básico de shell. O objetivo último da série deve dar aos estudantes uma base sólida na programação e utilização do Mono/C# framework.

Os livros incluem exercícios práticos para ajudar na aprendizagem, usando Novell SUSE Linux Enterprise Desktop (SLED) como sistema base. As escolas e outras instituições acadêmicas que se juntam ao programa Parceiro de Treinamento Acadêmico da Novell recebem – entre outros benefícios – 100 licenças de usuário em todos os softwares da Novell inclusive no SLED.

O curso inicialmente está disponível em inglês, com as versões traduzidas em desenvolvimento. Está disponível neste momento para todos os participantes do Programa de Parceiro de Treinamento Acadêmico da Novell, com o preço fixado em 30 dólares para escolas e 75 dólares para universidades.

Para mais informação, por favor, ver
http://www.novell.com/partners/training/academic/sled.html.

Fonte: ItWeb

A linha completa de produtos da Sun Java, inclusive o Java SE 6, GlassFish, JavaDB, e NetBeans, está disponível agora junto com o último lançamento da Ubuntu v7.04 (Feisty Fawn). Os usuários podem encontrá-lo no repositório “multiverse” e instalar os pacotes como qualquer outro programa Ubuntu, segundo o fundador do Ubuntu Mark Shuttleworth.

“Novembro passado anunciamos o objetivo de integrar o Java e GlassFish no Ubuntu,” Shuttleworth disse a ZDNet em uma entrevista na Terça-feira, “mas excedemos isto.” A comunidade Linux mostrou muito interesse no Java mas até agora “perdeu a onda da adoção no Linux,” ele diz. Isto está a ponto de modificar-se, por causa dos passos que a Sun está tomando para fazer o Java amigável e mais acessível para liberar e abrir para os desenvolvedores open-source.

O Jeet Kaul, VP de Plataformas de Desenvolvimento de Java na Sun, diz que a nova embalagem permitirá que os desenvolvedores “adquiram o Java, construam, e entreguem aplicações em umas questões de minutos.” Conseqüentemente, como o Java 7 entra no jogo, o Java vai se mover para repositório “principal” e ficará na parte principal da distribuição Ubuntu. Isto deve ajudar a nivelar o campo de jogo Mono (um porto open-source na plataforma .NET da Microsoft), que esteve ganhando mindshare com os desenvolvedores Linux.

“O objetivo é a ubiqüidade,” diz Ian Murdock, Diretor Chefe da Plataforma de Sistemas Operacionais na Sun. Murdock é o fundador do Debian GNU/Linux distribuição na qual Ubuntu é baseado (ele é o “Ian” no nome “Debian”). Por isso o anúncio de hoje tem implicações além de justo Ubuntu. “Não podemos realizar isto visando uma distribuição única,” ele reconhece, predizendo que dentro de alguns meses o Java será disponível em todo lugar como um cidadão de primeira classe do GNU/Linux.

Fonte: Ed Burnette – ZDNet

Mandriva está orgulhosa em anunciar o lançamento do Mandriva Linux 2007 Spring. Está disponível para download uma versão hibrida live/install CD One ou a puramente livre/open-source Free.

Mandriva Linux 2007 Spring incluem as últimas versões dos softwares: KDE 3.5.6, GNOME 2.18, Firefox e Thunderbird 2.0), e muitas novas características: Metisse, a mais inovadora tecnologia de aceleração de Desktop, telefone open-source WengoPhone, aplicações Google desktop como o Picasa e o Earth, atualizações e melhorias em varias ferramentas de configuração do Mandriva, e o novo Drak Virt para configurar Virtualização, melhora significativa em suporte a Hardwares, incluído uma grande melhora na detecção de placas gráficas e suporte muitos leitores de cartões de memória de laptops e um novo tema de Desktop.

Mandriva Linux 2007 Spring está disponível em uma grande linha de edições, incluindo as grátis para downloads One e Free, bem como as comerciais Discovery, PowerPack e PowerPack+.

Para mais informações acesse Pagina de Produtos Spring e a Página Wiki. Onde você pode encontrar informações sobre Downloads e Instruções de Instalação, a Release Tour, a Notas de Lançamento, a Errata.

Fonte: LinuxToday

O Mito do Linux Gratuito

Aqueles de vocês que estão considerando deixar o Windows e mudar seu desktop para o Linux precisam ser afastados de certo mito. Não importa qual distribuição você enfim decida fazer download, o Linux não é de modo algum sem custo financeiro.

Em verdade, os defensores do open-source admitirão prontamente, o conceito do software livre não significa que ele não custe nada. Na conversação de open-source, livre significa livre acesso ao código fonte, liberdade de desenvolver sua própria distribuição Linux, liberdade de escolha, liberdade dos constrangimentos de uma solução de um único vendedor – aquele tipo da coisa.

De fato, se você se parece comigo, o custo financeiro não é a razão pela qual você mudaria do Windows para o Linux. A estabilidade superior e a melhor segurança são a minha motivação primária. Quero um sistema operacional mais robusto e quero que ele seja fácil configurar.

Se você é muito disposto, você pode teoricamente fazer o download e configurar a distribuição Linux nos seus desktops e configurar em casa ou uma pequena rede no escritório sem pagar nada do seu bolso (assumindo que não há nenhuma incompatibilidade de hardware). Contudo, se você considera que o seu tempo merece se pago e você prefere estar fazendo coisas mais produtivas do queprocurando em sites Linux e/ou fóruns de distro tentando encontrar respostas, então é uma falsa economia sugerir de que não se paga nada em cima de passar horas infinitas configurando o seu sistema para trabalhar de modo que você quer que seja gratuito.

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