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Relato: Escolhendo uma Distribuição Linux

Muitos acham que mudar do Windows para o Linux é uma tarefa fácil, mas não é bem assim que as coisas são. Primeiro esbarramos na quantidade absurda de distribuições, não que isso seja um ponto negativo para o Linux, pelo contrario acho que é um ponto positivo, pois assim você tem uma grande variedade de escolha, essa escolha pode ser reduzida a apenas 2 distribuições, pois o que geralmente ocorre é, um amigo lhe indica uma distribuição que ele use e ache mais fácil de usar, ou você escolhe a distribuição que esta em alta no momento, hoje em dia o Ubuntu é a vedete do momento, mas nem sempre o Ubuntu é a melhor escolha para certos usuários veja o relato abaixo do David Risley, do blog PCMechanic:

Eu sou um usuário muito antigo do Windows. Eu comecei a usar o Windows a partir do Windows 3.1. Fui para o 95, depois 98, e cumprido um breve sentença com Windows ME, mudei para o Windows 2000, então XP, e hoje em dia o Vista. Portanto eu usei bastante todos eles. A nova encarnação (Vista) é um pacote variado, para dizer o mínimo. No meu notebook o Vista roda muito bem. Já no meu Desktop, é uma experiência irritante. Eu estou atualmente pensando em trazer de volta o Windows XP Media Center para o Desktop (que é o que veio originalmente com o computador). O Windows XP é MUITO mais seguro.

Essa mistura de experiência com o Vista (e claro pelo fato de eu ter e escrever para um blog de tecnologia) fez com que eu prestasse mais atenção ao Linux. Agora, eu tenho pensado sobre adquirir um Mac. Eu posso fazer isso mais tarde, mas eu estou muito resignado pelo fato de ter de pagar os olhos da cara para poder ter uma experiência no mundo Apple. O Linux por outro lado, é completamente grátis (livre). O problema que eu não sou um Cara do Linux. Rich é muito mais o Cara do Linux por aqui. Eu sei o suficiente para ser perigoso. Sendo assim, eu fui confundido com o grande número de distribuições, há toneladas delas. Como diabos se supõem que eu escolha uma Distribuição Linux? E enfim eu instalei uma (Por agora?).

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Apresentando o Driver da ATI para Linux, RadeonHD

A AMD não esta somente fornecendo a comunidade Open-source as especificações das GPUs de suas ATIs, mas também está em paceiria com a Novell no desenvolvimento de um novo driver de video open-source. Estamos falando sobre o trabalho de todo o mês da AMD open-source, e hoje finalmente o novo driver esta disponível para donwload. Ainda é um trabalho em progresso e não está muito além do que o driver open-source Avivo R500. Contudo, este novo driver realmente suporta a familia Radeon HD 2000 (R600). Chamam este novo driver da X.Org RadeonHD e neste artigo temos alguma informação inicial para compartilhar e mais em artigos adicionais durante o decorrer do dia.

Não é surpresa, o driver RadeonHD está hospedado na FreeDesktop.org e você pode verificar a ultima versão do Codigo-Fonte usando o git. Em outro artigo que será publicado ainda hoje, iremos explicar como instalar o novo driver open-source no Ubuntu 7.10 Gutsy Gibbon — isto é para aqueles como vocês que não estam acostumados com o uso do git ou construir drivers apartir do codigo fonte. Se você não se sentir pronto, também pode querer ler a Explicação da Estrategia Open-Source da AMD.

O Driver RadeonHD está sendo amplamente escrito pela Novell/SuSE e eles tem escrito ele nas duas ultimas semanas usando a mesma documentação que foi disponibilizada abertamente para a Comunidade Open-Source na semana passada. Os desenvolvedores da Novell vão continuar contribuindo para o driver RadeonHD. As especificações disponiveis para a comunidade são de longe apenas um registro do guia de referencia para a RV630 e M56, mas a AMD vai liberar uma documentação adicional (inclusive para Funcionalidade 3D) uma vez que os documentos sejam sanitizado e arrumado pelo o departamento legal da AMD.

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Linux já tem suporte para as novas versões dos iPods

Os programadores tiveram que passar por novas dificuldades para disponibilizar o suporte a última geração de iPods ao Linux.

Ainda não é simples usar o iPod no Linux, pois a Apple prefere que que seus usuários usem o iTunes para acessar os iPods e não oferece uma versão do programa para o Linux. Os novos iPods, ainda assim, não funcionam perfeitamente, de acordo com o blog ipodminusitunes. O Banco de Dados que o iPod usa para manter as faixas de musicas, videos, album de fotos e outros dados estavam criptografados em novos modelos, disse os programadores. Significa que programas Gerenciadores de Musicas do Linux como o Amarok e o Rhythmbox não funcionaram.

Durante o fim de semana, alguns programadores burlaram o código, e as instruções técnicas para o uso do novos iPods já estão disponíveis. Para passar por esse problema, envolve muitos passos técnicos, mesmo assim, alguns desses passos devem ser repetidos toda vez que uma nova musica for adicionada no iPod.

Graças a um trabalho inspirado de alguns Hérois, nós conseguimos fazer com que tudo voltasse a funcionar como antes, disse o Blog nesta segunda-feira, Vamos todos esperar que a Apple aprenda que lutar contra nós é uma luta sem razão. É um disperdicio do tempo deles pois a comunidade open-source passará pelo bloqueio em apenas um fim de semana.

A Apple não respondeu aos pedidos de pronunciamento sobre o assunto.

Fonte: cNet News.com

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Canonical e VMware falam sobre o mini-Ubuntu (JeOS)

VMWorld - Canonical ainda não lançou outra versão do Ubuntu - está na hora de ter como alvo a onda do momento e amado Mercado de Virtualizaçao.

Nas proximas semanas, os ISV e OEMs irão ter acesso ao Ubuntu JeOS - pronuciasse Juice (suco em inglês). É o acrônimo de Just Enought Operanting System, desde que o pessoal do Ubuntu começou a remover uma serie de pacote de software que não eram necessário no uso da virtualizaçao. Como resultado, você conseguiu um SO (Sistema Operacional) de sevidor que tem o tamanho de 215 MB, mais 65 MB do VMware, quando comparado com as versões padrões do Ubuntu que tem de 320 MB a 686MB de tamanho, isso dependendo da versão que você escolher.

Para conseguir esse tamanho a Canonical removeu pacotes como o CUPS, MySQL, postfix, slapd, evms e o mutt.

Gerry Carr, gerente de marketing da Canonical, vê o Ubuntu JeOS como um SO hospedeiro ideal para os ISVs. Podendo juntar os programas deles à um SO a fim de rodar uma grande variedade de aplicações virtuais.

E somando a essa melhor performace do programa, os cliente vão se divertir com a possibilidade de rodar mais servidores virtuais por maquina devido a leveza do Ubuntu JeOS.

 

O Ubuntu Server é o programa que mais download foi feito no site da VMware Technology Network nos ultimos 12 meses, disse Carr, Ele é o SO que as pessoas estão usando para criar aplicações de virtualização.

Portanto, a VMware não nos escolheu como parceiro por acaso.

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‘Toque Ogg’: FSF lançou a campanha Formato de Audio Livre

BOSTON, Massachusetts - EUA, — a Fundação Software Livre (FSF) lançou no dia 16 de Maio de 2007 o sítio PlayOgg.org, com uma campanha para estimular o uso da patente - e o padrão sem licença Ogg Vorbis como um eticamente, legalmente e uma alternativa auditiva tecnicamente superior ao formato proprietário MP3.

Embora o formato MP3 tenha ficado muito popular, a qualquer momento um distribuidor que venda ou entregue a música codificada no formato MP3, serão responsáveis por pagar uma taxa aos proprietários das patentes do MP3. Essas patentes também geram problemas para os desenvolvedores que escrevem software trabalhar com o formato MP3. Ao contrário da especificação Ogg Vorbis, que está em domínio público, portanto qualquer pessoa pode usar o formato ou escrever um software que o use sem se preocupar em ter uma permissão de uso.

O diretor executivo da FSF Peter Brown disse, “Ogg é a sua aposta mais segura por ser livre do litígio de patente quando usa audio comprimido. Isto é especialmente verdade dado a recente ascensão de processos à base de patente. O que é o mais assustador é o campo minado que muitas vezes é usado para descrever as patentes de software, e o recente julgamento preliminar de $1.5B contra Microsoft. A Microsoft achou que ela tinha pago por uma licença não-exclusiva realizada para praticar as patentes do MP3. Este julgamento demonstra que não há um o modo de se proteger contra essas ameaças. A única solução viável agora é trocar para o Ogg Vorbis, e trabalhar na abolição das patentes de software.”

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